A morte não acontece de "supetão", a morte acontece aos pouco durante a vida. A pessoa nasce livre, cria seus vínculos, produz personalidade, opinião, escolhas. Lá pela metade da vida começa a perceber a pequenez de sua história, busca desesperadamente liberdade de expressão, liberdade de vida, relaciona-se e descobre que pessoas a cercam para bloquear, apossar-se de sua alma e desrespeitar sua privacidade.
Vi no filme "A Viagem" e é bem verdade: "Nossas vidas não são nossas. Do útero ao túmulo, estamos ligados à outros. Passado e presente. E para cada crime e cada bondade, renasce nosso futuro"
A grande questão é conseguir administrar tudo isso. Administrar a influência que as outras vidas fazem na nossa e vice versa.

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